edição nº 001


janeiro
2010












imagem de m. almeida e sousa





A primeira culpação era orientada para a paisagem. Todos os textos erótico-bíblicos, bem como outros de jaez alterarco-religioso tinham assinatura de macho. O que sobre tais textos era litigável não punha em causa a testicular origem. Alejandra Pizarnik chamava-lhes, com proprietarismo e negação, textículos. Esses avatares em ships alojados nos ventres proliferavam as cantigas de escárnio e não-dizer.
Tal posição primária, no cardápio kamasutriano, convocava altos e baixos. Como dizer da canzana? Fraternal? À Frentre e a Trás? Os monstros dioclecianos e toda a titularidade obs_cena negavam o que lhes entranhava: os maravedis, o Ouro! Uns queriam o Ouro ouro, outros o Ouro árquico, outros o Ouro da obediência, ainda Outros, o Ouro da Solenitude. Um circo! Um circo!
Havia dromedários que fisiologicamente acediam às hierarquias. O Teatro continuava um Borrabás, bastava Ler o poema visual de Lois Gil Magariños para entender as Redes. Quando a fêmea se apronta para a religião em macho, o Caos adquire um Ordem, uma Horda.
Judith Butler, ao motorizar o speculum humanóide, desconstruiu a proteção como esfíngie do Medo. E não Gorda, o Mário Outra Era!
Disse-me a Dria do alto: "Pai, há alturas na vida..."

Eu sempre li o sapo como garantia da revolução. Apreendi, pelo seu habitat, que é no Charco e não na Casa-de-Chás-da-India que o Martelo mais Bate a discronia em Moda, o hasard como proliforubetaneto que as "médicas-de-familia-sem-familia" receitam, vis-a-vis com o Viagra, à Faixa de Ganza em que se tornou o Desemprego.
Queres Pregar-te ou Desempregar-te? Mandas Vir um Prego, pela boca do Bual contando a treta do Dali?
Hoje assumi a nost_algia. tomei comprimidos contra a nost_algia. Os alarves, no Monte dos Estercos, riram-se num Acto do Ministério da Defesa compulsado para a sinagoga do Corpo. Diziam: "Gostava de Ser uma Estopada, uma Coerência!". Fechavam os Leques e lambiam as Partes Altas do ser Humano. Que lindos Cornos! Haveria Humanos sem Cornos Invisíveis.
O primeiro humano com Cornos, com Altos, a si mesmo os levantou. Muito antes da Tmn, Fodavone, óptimímica e concorrência. Olho para todos eles Protegidos. Os Cornos são Antenas de que não prescindem para o exercício do lucro.
Humanos? Quem não é Humano - refocinham os Cabrestos dando fole à máquina da multiplicação. Os lábios mudos dos indigestores sublinham a capacidade sorrisal de nunca nos encontrarmos amigavelmente nas Trinchas.
A 1ª Guerra Mundial começou aí: na Propriedade. Enganados, os que apenas tinham casas e utilitários, forneceram dinheiro para as bombas colocadas em Novembro nas auto-estradas dos Possidónios. País de Truísmos! País acoplado às modalidades de trânsito que os Actuais Vencedores nos enfiam em presente "Vibrador" para não sairmos de nós, para já nem sequer sermos dois, para nos condenarem à sisifice da psicopatologia sobre a qual Freud tanto nos enganou com dinheiros de Viena depositados em americana conta bancária. Ele safou-se (o cancro da boca foi apenas um acidente de trabalho profissional: não faLar canceriza). E tu, ó Reich, ó Zé?
Os possidónios, com olhos lenteagudos, conVencem-te? Vais atrás com um vulgar sexo-passivo? Apanhas o autocarro para a Madalena como se fosses observar a Praia?
Burro, Burro! Não tarda, nem a Mula te saberá!
É que, lá do Alto, os Arrogantoches estão a chular-te o DNA. O Reich não podia incluir esse vexame no alto da sua orgonoterapia. Há também o caso dos Incréus. Neles se valida O Que Ainda Não Chegou! E, porém, já se dornela por entre os eixos árquicos dos fruidores.
Amo a Vizinha.
Ela Cala?
domador de sonhos

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2750 cascais
portugal


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